Neste curso, você aprende Retail Design de um jeito prático, conectando estratégia e espaço para desenhar uma loja mais clara, mais desejada e mais fácil de comprar:
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Retail Design é o design pensado para a compra acontecer com menos atrito e mais intenção. É marca, experiência e espaço trabalhando juntos. Quando isso encaixa, a loja fica mais fácil de entender, mais agradável de circular e mais forte na memória. E, além disso, fica mais simples de operar, porque o layout apoia o time, o atendimento e os pontos de decisão do cliente.
Neste curso, você vai do estratégico ao prático. Primeiro, você define a base da marca e do negócio. Em seguida, você mapeia a experiência e a jornada, incluindo omnichannel e phygital. Depois, você entra no coração do Retail Design, que é layout, fluxo e visual merchandising. Por fim, você aplica tendências com filtro, constrói um mapa sensorial e desenvolve uma concept store completa, pronta para apresentação.
Quando o cliente entra e não entende para onde ir, o que olhar e o que escolher, a loja perde energia. Retail Design organiza o espaço para guiar a compra, então você reduz confusão, aumenta tempo de permanência e melhora a chance de conversão.
Não basta ter vitrine bonita se o provador é ruim, a fila trava e o atendimento não encaixa. Ao desenhar a experiência antes, durante e depois da compra, você cria uma loja mais consistente e, por consequência, mais memorável e recorrente.
Hoje, a compra começa no social, continua no WhatsApp, passa pelo site e termina na loja, ou o contrário. Por isso, Retail Design ajuda você a integrar touchpoints e alinhar linguagem, serviço e espaço, sem parecer que cada canal é um mundo separado.
Você aprende a justificar decisões com critérios: público, objetivo, operação, budget e métricas. Assim, o projeto fica mais defendável, mais profissional e mais fácil de aprovar, porque cada escolha tem motivo claro.
Para você que quer projetar lojas com mais estratégia, pensando em fluxo, experiência e resultado, não só em estética.
Para você que precisa melhorar a loja na prática, entendendo onde está a fricção e o que faz o cliente comprar ou desistir.
Para você que quer conectar posicionamento e comunicação com o ponto de venda, criando coerência entre promessa e experiência.
Como definir promessa, público e objetivos do negócio, conectando posicionamento, cultura e proposta de valor ao que a loja precisa entregar na prática.
Como mapear a experiência antes, durante e depois da compra, identificar fricções e melhorar atendimento, rituais e jornada com foco em consistência.
Como desenhar touchpoints entre canais, criar coerência e propor ideias phygital que façam sentido para a marca e para a operação, sem “tecnologia por tecnologia”.
Como fazer zoning, entender pontos quentes e frios, planejar vitrine, exposição, sinalização e iluminação, criando uma lógica de compra mais intuitiva.
Como identificar tendências reais, separar tendência de modismo e aplicar com critério, considerando público, orçamento, operação e risco.
Como usar visão, som, olfato, tato e materialidade para criar atmosfera e consistência por zonas, sem exagero e com atenção a acessibilidade e sensibilidades.
Como integrar conceito, layout, vitrine, touchpoints e sensorial em um projeto único, com entregáveis organizados e apresentação clara.
Conceito de marca no varejo; Branding, valores e posicionamento; Público-alvo/ICP e contexto de compra; Produto, serviço e cultura; Proposta de valor e diferenciais; Tom de voz e linguagem visual (noções); Objetivos do negócio (crescer, conversão, ticket, recorrência – noções); Estudos de caso.
Oficina: briefing da loja (categoria, público, objetivo e promessa).
Conexão verdadeira do cliente com a marca; Experiência da marca (antes, durante e depois da compra); Service blueprint (visão geral: linha de frente x bastidores); Papel do espaço no atendimento; Treinamento de equipes como parte da cultura (padrões e rituais); Pontos de fricção (filas, provador, pagamento, retirada); Métricas de experiência (NPS/CSAT – noções).
Oficina: mapa de experiência + fricções e melhorias.
Jornada do consumidor e funil; Perfis: shopper digital e omnishopper; Como o design influencia conversão; Touchpoints omnichannel (site, social, loja, WhatsApp, marketplace – noções); Phygital na prática (QR, conteúdo na gôndola, retirada na loja, ship-from-store – noções); Captação de dados e CRM no ponto de venda (com cuidado e LGPD – noções); Aplicando retail design no e-commerce (consistência e hierarquia).
Oficina: jornada + touchpoints + 3 ideias phygital.
Zoning e adjacências (setores e lógica de compra); Fluxo e circulação (entrada, caminho principal, pontos de parada); Pontos quentes e frios; Âncoras e “power wall”; Vitrine como convite e narrativa; Exposição (altura, repetição, contraste, focal points); Planograma (noções) e lógica de categoria; Sinalização e wayfinding (noções); Iluminação no varejo (camadas e destaque – noções); Estudos de caso.
Oficina: zoning + planta conceitual (fluxo) + ideia de vitrine.
Tendências de consumo e movimentos contemporâneos; Early adopters (como identificar); Micro e macro tendências; Anatomia e ciclo de vida (tendência x modismo); Geolocalização e aspectos culturais; Estudos de caso em segmentos diversos; Critérios de adoção (marca, público, orçamento, operação, risco); Como transformar tendência em decisão (materiais, layout, experiência, tecnologia);
Oficina: selecionar 2 tendências e aplicar no conceito da loja (com justificativa).
Explorar sentidos em produtos, marcas e serviços; Visão (cor, contraste, luz); Som: music branding (ritmo, volume, tempo de permanência – noções); Olfato: fragrance branding (memória e coerência); Tato e materialidade (acabamentos, temperatura, textura); Paladar (quando aplicável); Acessibilidade e cuidado (sensibilidades, alergias, excesso de estímulo); Consistência sensorial por zona.
Oficina: mapa sensorial da loja (por áreas) + “regras” de uso.
Desenvolvimento de projeto integrado de arquitetura/design de interiores e marketing; Definição do conceito (narrativa e big idea); Moodboard + paleta + materialidade; Layout final (zoning + fluxo) e vitrine; Pontos de contato omnichannel (WhatsApp, QR, social, retirada – noções); Diretrizes de comunicação no espaço (sinalização e mensagens – noções); Entregáveis: conceito + planta + vitrine + mapa sensorial + touchpoints.
Refino do projeto (coerência, fluxo, focal points, operação); Ajustes de visual merchandising e iluminação (noções); Lista básica de especificações (materiais, luminárias, mobiliário – noções); Métricas-alvo do projeto (o que o design está tentando melhorar); Montagem da prancha final e apresentação (problema → estratégia → layout → experiência → sensorial → phygital); Apresentação e considerações.
O projeto principal do curso é desenvolver uma concept store com estratégia e intenção, não só com estética. Sendo assim, você começa definindo a base da marca e o objetivo da loja. Em seguida, você mapeia a experiência e a jornada, incluindo touchpoints omnichannel e ideias phygital que façam sentido para o público.
Depois, você desenha o layout com zoning e fluxo, cria uma ideia de vitrine e define diretrizes de visual merchandising para guiar exposição e destaque. Em seguida, você aplica tendências escolhidas com justificativa e constrói um mapa sensorial por áreas, para criar atmosfera com consistência. No final, você organiza os entregáveis e apresenta o projeto em formato de prancha, com narrativa clara e métricas-alvo do que o design quer melhorar.
O curso é acessível para iniciantes em Retail Design. Contudo, é importante que você tenha noções de marca, marketing, arquitetura ou interiores.
Você pode desenvolver o projeto com papel e referências digitais. Se preferir, pode usar ferramentas como Canva, Figma, PowerPoint ou qualquer editor para montar pranchas e apresentações.
Uma categoria de loja para trabalhar no projeto (moda, beleza, mercado, cafeteria, etc.) e um público definido. Com isso, você consegue construir briefing, conceito, layout e entregáveis com mais realismo.
Você sai com um projeto completo de concept store, com estratégia, layout, experiência, sensorial e touchpoints. Ou seja, um material pronto para aplicar no seu negócio ou apresentar no portfólio.
| Duração | 1 mês |
|---|---|
| Professores | |
| Indicado para | Designers profissionais, Estudantes de arquitetura, Designers de Interiores, Arquitetos e urbanistas |
| Pré-requisitos | Ter noções de desenho técnico |
| Requisitos para modalidade Online | Boa conexão de Internet, Fone de ouvido, Microfone, Webcam |
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Em turma você tem networking com profissionais e estudantes da comunidade criativa para trocar experiências. No formato em turma, o conteúdo programático é o padrão do curso.
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Uma experiência criativa nos espaços inspiradores da escola.
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Aulas individuais nos espaços inspiradores da escola de design.
Sim, as aulas online são ao vivo por videoconferência. E o melhor, você pode interagir com os professores e colegas em tempo real. Assim, você tira suas dúvidas na hora. E além disso, os conteúdos abordados pelos professores estarão sempre atualizados.
Não, o conteúdo e a carga horária são os mesmos para cada formato. O que muda é a forma como você vai estudar. Uma vantagem das aulas online é que elas ficam gravadas e você pode rever o conteúdo quando quiser.
A carga horária é reduzida porque é somente você e professor(a) durante as aulas. Dessa forma a atenção é exclusiva para você. O conteúdo do curso é o mesmo, e é distribuído nas horas do formato individual. Enquanto em turma você tem que esperar os outros colegas tirarem suas dúvidas, no formato individual isso não acontece.
Após a conclusão do curso, receba o Certificado com autenticidade 4ED. Frequência mínima de 75%.
Visualize os slides das aulas no Google Apresentações quando quiser. Sem necessidade de baixar arquivos.
Acesse o conteúdo das aulas e materiais complementares na sua conta do Google Drive.
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