Lighting Design não é “colocar luminária”. É criar camadas de luz, definir efeitos, especificar com segurança e comprovar o resultado com simulação. Neste curso, você aprende o fluxo completo de um projeto luminotécnico, do briefing ao relatório final, incluindo DIALux e aplicações em ambientes internos e externos:
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Lighting Design é a parte do projeto que muda tudo sem mexer em parede. A luz define leitura do espaço, conforto, sensação, foco e até comportamento. Por isso, um bom projeto de iluminação vai muito além do “mais claro ou mais escuro”. Ele trabalha intenção, hierarquia e atmosfera, sem desperdiçar energia e sem criar ofuscamento.
Neste curso, você aprende a construir um projeto luminotécnico completo. Ou seja, você passa por linguagem da luz, equipamentos e LED, qualidade de cor, ergonomia e fatores humanos, critérios de norma, cálculo e especificação. Em seguida, você coloca isso em prática no DIALux, simulando alternativas e gerando relatório. Ao longo do caminho, você também aplica o raciocínio em cenários reais, como fachada, praça, escritório, loja, vitrine, bar e restaurante.
Quando a luz está errada, o espaço cansa. Ofuscamento, contraste excessivo, sombras ruins e falta de uniformidade atrapalham a experiência e geram desconforto. Com Lighting Design, você aprende a projetar pensando em ergonomia e percepção, e assim o ambiente fica mais agradável e mais fácil de usar.
Iluminação não deveria ser “achismo”. Você aprende a escolher soluções por critérios práticos, como distribuição, ângulo de facho, qualidade de cor e controle. Além disso, você aprende a justificar decisões com norma e simulação, o que deixa sua entrega mais profissional e mais defensável.
Boa parte dos problemas em obra vem de escolha errada de equipamento ou detalhe mal pensado. Aqui, você aprende a especificar LED, drivers, dimerização e controles, considerando IP, manutenção e vida útil. Com isso, você reduz improviso, evita troca desnecessária e melhora o resultado final.
Quando você simula, você enxerga o que vai acontecer antes de comprar e instalar. No curso, você aprende DIALux do jeito certo, configura materiais e refletâncias, testa alternativas e gera relatório. Assim, você consegue comparar opções e escolher a solução que realmente entrega o efeito desejado.
Para você que quer dominar iluminação com mais técnica e mais intenção, sem depender só de catálogo e feeling.
Para você que quer especificar melhor, reduzir erros de obra e justificar escolhas com critério e simulação.
Para você construir base técnica e repertório, entendendo entregáveis e fluxo de projeto do início ao fim.
Para você criar luz com foco em experiência, venda, produtividade e atmosfera, com cenas e camadas bem definidas.
Para você sair sabendo modelar, simular e documentar um projeto, em vez de só “clicar no software”.
Como criar iluminação geral, de tarefa, de destaque e decorativa, e como essas camadas mudam a leitura do espaço. Além disso, você aprende cenas e dimerização quando isso faz sentido no projeto.
Como escolher famílias de luminárias, entender fotometria, ângulo de facho e arquivos IES/LDT. Depois, você aprende LED, drivers e dimerização, incluindo noções de DALI e 0-10V, para especificar com mais segurança.
Como trabalhar CCT e CRI com mais consciência e entender noções de TM-30 quando precisar exigir mais. Com isso, você consegue projetar iluminação que valoriza material, pele, produto e cor, sem distorcer a percepção.
Como evitar ofuscamento, reduzir fadiga visual e considerar fatores humanos, incluindo baixa visão e envelhecimento. Além disso, você aprende leitura prática de critérios da ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 para ambientes e atividades.
Como entender grandezas básicas, fazer estimativas rápidas, considerar refletâncias e definir um checklist de especificação. Assim, você escolhe sistema pela distribuição e pelo efeito, e não só por potência.
Como montar ambiente, configurar materiais, inserir luminárias com IES e simular alternativas. Depois, você aprende a analisar iluminância, uniformidade e pontos críticos, e a gerar relatórios claros para cliente e obra.
Como levar o raciocínio para fachada, jardins e áreas abertas, além de noções de iluminação pública. Também entram aplicações em escritório, loja, vitrine, bares e restaurantes, sempre com intenção, conforto e hierarquia.
Iluminação comercial (visão geral); Papel do lighting designer (técnica + experiência); Efeitos de luz e linguagem (camadas: geral, tarefa, destaque, decorativa); Iluminação dinâmica e interativa (cenas, dimerização, sensores – noções); Repertório de projetos comerciais; Fluxo de trabalho (reformas x novos projetos; briefing, visita, conceito, anteprojeto, executivo, obra); Entregáveis (planta, detalhes, especificação, memorial e relatório); Tendências aplicáveis (LED, controle, eficiência, sustentabilidade, experiência). Estudos de caso.
Famílias de luminárias (embutir, sobrepor, trilho, pendente, wallwasher, arandelas, balizadores – noções); Distribuição fotométrica e ângulo de facho (beam angle); Arquivos fotométricos (IES/LDT) e leitura básica; LED: módulos, drivers, dimerização (triac/0-10V/DALI – noções); Sistemas de controle (cenas, sensores, automação – noções); Qualidade de cor: CCT, CRI e noções de TM-30 (fidelidade/gamut); Índices e critérios práticos (quando exigir mais); IP/IK e ambientes agressivos; Manutenção e vida útil (L80/L90 – noções); Tecnologias legadas (vapor metálico, sódio, mercúrio, fluorescentes, neon) como retrofit e limitações; Criação de repertório de produtos (biblioteca de especificação) para projetos.
Fatores humanos para iluminação: baixa visão, idosos, fadiga visual; Conforto visual e ofuscamento (conceito e prevenção); Ciclos circadianos e trabalho noturno (visão geral e quando faz sentido aplicar); Métricas circadianas (noções: melanopic/α-opic e limites de aplicação); ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 (critérios e leitura prática); Iluminância por ambiente e atividade; Uniformidade (noções); Iluminação e percepção de espaço (altura, materiais, refletâncias); Estudos de caso; O que não fazer (erros comuns em projetos).
Grandezas e conceitos (lúmen, lux, cd, lm/W – noções); Dimensionamento e noções de instalação (circuitos, comandos, segurança – noções); Método do lúmen (visão geral) e estimativas rápidas; Eficiência energética e escolhas de sistema (não só potência); Refletâncias e influência no resultado; Critérios de especificação (checklist: distribuição, UGR quando aplicável, CCT/CRI/TM-30, dimerização, IP, manutenção); Softwares de auxílio; Exercícios de cálculo (dimensionamento básico + validação por critérios).
Apresentação da ferramenta; Construção do projeto 2D e 3D no DIALux; Importação/estrutura do ambiente; Definição de materiais e refletâncias (parede/teto/piso); Inserção de luminárias e arquivos fotométricos (IES/LDT); Configuração de cenas básicas (quando aplicável – noções); Organização do projeto e documentação; Oficina: montar um ambiente interno simples e gerar o primeiro relatório.
Cálculo automático; Análise luminotécnica (iluminância média, uniformidade, pontos críticos); Avaliação de ofuscamento/UGR quando aplicável (noções); Comparação de alternativas (troca de luminária, alturas, distribuição); Ajustes finos (posicionamento, ângulo, quantidade); Relatórios e documentação (o que entregar para cliente/obra); Oficina: simular 2 soluções e justificar a escolha.
Ambiente noturno e narrativa com luz; Valorização de fachadas e paisagismo; Transformação do espaço com camadas de luz; Requisitos do equipamento (IP/IK, corrosão, manutenção); Controle e cenas externas (noções); Segurança e conforto (ofuscamento e direcionamento); Poluição luminosa e emissão para o céu (noções e boas práticas); Estacionamentos e circulação; Oficina: plano de iluminação para fachada de monumento e praça de pequeno porte – planta e ficha técnica.
Identidade da cidade e iluminação; Segurança e bem-estar; Durabilidade e instalação do equipamento; Ofuscamento (controle e critérios); Temperatura de cor e percepção urbana (noções); Iluminação e impacto ambiental (emissões e spill light – noções); Continuação da oficina: refinamento do plano para fachada/praça – planta, ficha técnica e justificativa.
Iluminação e produtividade (tarefas e conforto); Recepção; Escritórios abertos com divisórias; Células de trabalho; Iluminação de tarefa x geral; Áreas de descanso; Refeitório; Salas de reunião (cenas); Circulação e corredores; Controle (sensores, dimerização e cenas por uso – noções); Oficina: plano de iluminação para escritório de pequeno porte – planta e ficha técnica.
Varejo e hierarquia visual (atrair → guiar → destacar); Iluminação para preservação de pigmentação de roupas (cuidados e calor – noções); Qualidade de cor (CRI e noções de TM-30 aplicadas ao varejo); Provadores (difusa, conforto e fidelidade); Vitrines (contraste e foco); Iluminação flexível (trilhos e ajustes); Gôndolas, prateleiras e destaque; Projetos inovadores; Estudos de caso. Oficina: plano de iluminação para vitrine (conceito + especificação).
Criação de diferentes espaços com iluminação (zonas); Segmentos e estilos; Iluminação indireta; Ambientes intimistas e acolhedores; Controle por cenas (happy hour, jantar, limpeza, evento – noções); Conforto visual (evitar ofuscamento e excesso de contraste); Materiais e refletâncias no resultado; Oficina: plano de iluminação para café (planta + cenas + ficha técnica).
Apresentação de trabalhos; Estrutura de defesa do projeto (briefing → conceito → critérios → solução → simulação → especificação); Checklist final (conforto, norma, manutenção, controle, eficiência); Considerações finais e próximos passos.
O projeto principal do curso é desenvolver um plano luminotécnico completo, com simulação e documentação, para um ambiente realista. Você escolhe um tipo de espaço para trabalhar e, ao longo das aulas, constrói a solução com camadas de luz, critérios técnicos e justificativa.
Primeiro, você define o briefing e o conceito de iluminação, pensando no que o espaço precisa: orientação, destaque, atmosfera ou produtividade. Depois, você escolhe famílias de luminárias e define critérios, como ângulo de facho, qualidade de cor, dimerização e manutenção. Em seguida, você monta o ambiente no DIALux, insere fotometrias, simula alternativas e ajusta até chegar no resultado desejado.
Por fim, você gera relatório e organiza entregáveis, como planta, especificação e ficha técnica, para apresentar e levar para obra.
Você não precisa ter experiência anterior em iluminação profissional. Porém, é necessário que você tenha conhecimentos em desenho técnico como por exemplo, planta baixa e cortes. Ou ter concluído o curso Noções de Desenho Técnico.
Computador com internet. DIALux para modelagem e simulação. Um editor simples para organizar material e apresentação (Docs/Slides, Keynote ou similar).
Planta ou referência de um ambiente para projetar, mesmo que seja simples. Pode ser um espaço real, um estudo de caso ou um modelo base, desde que permita definir função, circulação e pontos de destaque.
Você aprende a criar camadas, especificar com critério e simular antes da obra. No final, você sai com um projeto completo, defendido por dados e pronto para apresentar de forma profissional.
| Duração | 1 mês |
|---|---|
| Professores | |
| Pré-requisitos | Ter noções de desenho técnico, Ter conhecimento de planta baixa, vistas e cortes |
| Indicado para | Designers profissionais, Estudantes de arquitetura, Designers de Interiores, Arquitetos e urbanistas |
| Requisitos para modalidade Online | Boa conexão de Internet, Fone de ouvido, Microfone, Webcam |
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Em turma você tem networking com profissionais e estudantes da comunidade criativa para trocar experiências. No formato em turma, o conteúdo programático é o padrão do curso.
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Uma experiência criativa nos espaços inspiradores da escola.
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Sim, as aulas online são ao vivo por videoconferência. E o melhor, você pode interagir com os professores e colegas em tempo real. Assim, você tira suas dúvidas na hora. E além disso, os conteúdos abordados pelos professores estarão sempre atualizados.
Não, o conteúdo e a carga horária são os mesmos para cada formato. O que muda é a forma como você vai estudar. Uma vantagem das aulas online é que elas ficam gravadas e você pode rever o conteúdo quando quiser.
A carga horária é reduzida porque é somente você e professor(a) durante as aulas. Dessa forma a atenção é exclusiva para você. O conteúdo do curso é o mesmo, e é distribuído nas horas do formato individual. Enquanto em turma você tem que esperar os outros colegas tirarem suas dúvidas, no formato individual isso não acontece.
Após a conclusão do curso, receba o Certificado com autenticidade 4ED. Frequência mínima de 75%.
Visualize os slides das aulas no Google Apresentações quando quiser. Sem necessidade de baixar arquivos.
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